perdi o autocarro das 11h30.
esperava na paragem pelo das 12h30 até que tu, o G e outro miúdo que nem me lembro de alguma vez o ter visto na escola aparecem.
‘“atão” Branca? blábláblá’…. desci com vocês.
foste comprar coca-cola, das mais baratas. coisa tão típica de ti.
fui comprar um gelado, pois só os gosto de comer quando o tempo não apela a tal.
sentámo-nos todos num banco. começou a chover. abri o meu guarda-chuva partido e tu aproveitaste a situação para comer quase metade do meu gelado. permanecemos sentados até que a chuva piorou e uma rajada revirou o guarda-chuva.
fomos para debaixo de uma ombreira (?), pelo menos lá a chuva não nos atingiria.
passou um amigo vosso. o G e o outro foram-se embora. tu não. ou seja, abandonaste os teus amigose ficaste comigo.
fomos para a paragem conversando sobre temas aleatórios como aparelhos, lutas de pokemon, residências e universidades.
entretanto, o autocarro chegou e
apenas nos despedimos com um súbito, rápido e recíproco ‘té ‘manhã!
criamos vivências partilhadas jogando pokemon online.
fico à espera do convite para irmos jogar noutro sítio.
senhor(a) anónimo(a),
hoje caí em mim e apressei-me a trocar a imagem antes de ler a sua mensagem. Pareceu-me muito oferecida e neste mundo virtual, (tudo) o que tem como objectivo mostrar a maior simplicidade possível com um toque de ingenuidade, facilmente vira a algo sugestivo.
Mas obrigada pelo elogio. Hoje soube-me bem.
Tenho uma amiga, chamemos-lhe A, que não é uma rapariga fora do comum (estatura média, com um pouco de peso a mais, cabelos castanhos-normais, inteligência-normal (…)), mas que bastantes vezes reclama por “ser gorda”, “ser feia”, “estar sozinha” e “ser tímida”, referindo que por isso é “uma rapariga triste”.
A, durante a semana académica cá da zona, (ao bom calão de adolescentes) comeu dois rapazes.
A encontra-se agora triste afirmando que é uma “prostituta”.
A apercebeu-se que se apaixonou por um deles.
A que era a dita “tímida, gorda e feia” parece estar muito mudada. Ao que parece, afinal A não era aquilo que pensava ser,
mas (creio que) continua com a mesma imagem de si.
Agora pergunto-me,
Se estas são as ditas gordas, feias, tímidas e sozinhas, onde me enquadro eu?
Alguns (Tame Impala) dizem que “Solitude Is a Bliss”, porém eu acrescento que esta só é ansiada quando nos encontramos na situação oposta a solidão: acompanhados por alguém, rodeados de outros corpos.
Pois bem, estou então no lado negro da Lua.
Tenho sido assaltada por vislumbres de lucidez.
Num momento estou concentrada, atenta à matéria que é pregada pelos professores, no outro estou num quarto branco, vazio, onde me pergunto quem sou, o que estou cá (na aula) a fazer e porque tenho de cá (na aula) estar.
Tento logo chamar-me à razão e acabo por retornar à minha postura de aluna calada, pouco participativa, mas “absorvedora”. Talvez.
e de um momento para o outro,
fiquei febril.
Dançam, dançam.
Erroneamente as folhas verdes, recheadas de clorofila a e b, nadam ao sabor da suave aragem matinal.
Insónias: motivo de inspiração pré e pós noites mal dormidas.
GAVE, meu amigo GAVE,
que queres tu destes jovens?
Comecei ontem o plano Insanity, que consiste em 60 dias de exercício físico (digamos que) intenso de acordo com um plano que nos é fornecido.
Pode ser apenas meia-hora quase diária (dado que uma folga semanal é-nos permitida) de movimentos plagiados de um ecrã de televisão, porém aquilo é de ficar com os pulmões tísicos e com as pernas sem qualquer sensibilidade/força.
Vamos ver se aquilo realmente oferece os resultados previstos ou se é tudo uma fachada.
Também vamos ver se tenho a força necessária para aguentar os 60 dias na íntegra.
já sentia falta desta leveza embriagante,
uma prece para que persista!